TECNOLOGIA

Turbocompressor: sintomas de falha, vida útil e como não queimar o turbo

O turbocompressor virou padrão nos motores de baixa cilindrada vendidos no Brasil desde 2020, e a primeira grande onda dessa frota está entrando na faixa de quilometragem em que o componente cobra a manutenção que recebeu. O turbo gira a rotações altíssimas lubrificado pelo mesmo óleo do motor: óleo degradado, nível baixo ou especificação errada coquificam o lubrificante no eixo e criam folga entre eixo e mancais. Os sintomas aparecem em estágios: apito ou assobio em aceleração, perda de pressão e potência, fumaça azulada no escapamento e consumo de óleo crescente. Desligar o motor imediatamente após rodagem intensa, sem tempo de resfriamento, encurta a vida do conjunto. A regra de preservação é simples e barata: óleo com a aprovação exata do fabricante, trocado no intervalo correto, e alguns instantes de marcha lenta após uso severo. O reparo de um turbo com folga custa caro; a prevenção custa uma troca de óleo em dia.

Carros com esta tecnologia

10 diagnóstico(s)

Chevrolet Onix

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Sobre a entidade: Turbocompressor (referência técnica).