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Fiat

A Fiat é a fabricante com maior presença nas estradas brasileiras, e os números comprovam essa liderança. A Strada domina o segmento de picapes compactas com folga, o Argo dividiu o mercado de hatches populares com o Mobi de entrada, e o Toro consolidou a marca no segmento de picapes médias. O Pulse SUV e o Cronos sedã completam o portfólio atual, ambos com o motor Firefly 1.3 turbo como topo de gama a combustão.

O Firefly em versão aspirada é simples e econômico, mas exige atenção ao ajuste de válvulas a cada 30 mil km, um intervalo mais curto do que o habitual para a categoria. O motor E.torQ 1.8, ainda presente em versões mais antigas do Argo e da Toro, tem boa durabilidade, porém apresentou problemas com velas de ignição se não forem trocadas na manutenção prevista.

O câmbio CVT do Pulse foi alvo de recall em alguns lotes, e o mecânico deve conferir o histórico do veículo antes de qualquer revisão. Para as picapes, inspecionar o diferencial traseiro da Toro 4x4 a cada revisão é prática que evita reparos de alto custo no futuro.

Modelos disponíveis

Perguntas frequentes sobre Fiat

O motor Firefly do Argo precisa de cuidado especial com a corrente?
Sim. O Firefly usa corrente de distribuição banhada a óleo, por isso a troca de óleo em dia é crítica. Óleo degradado é a principal causa de esticamento da corrente e ruído ao ligar o motor.
A Strada com motor E.torQ tem algum ponto de atenção na manutenção?
O E.torQ exige atenção ao arrefecimento. Verifique o nível e a concentração do fluido a cada revisão, pois vazamentos nas mangueiras superiores são relatados com frequência nos exemplares mais antigos.
A Toro T270 é confiável para uso misto campo e cidade?
Sim, mas o motor 2.0 turbo diesel T270 pede troca de óleo a cada 10 mil km com sintético de qualidade e atenção ao filtro de combustível para preservar os injetores common rail.