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Renault

A Renault é uma das marcas que melhor soube adaptar seus modelos ao gosto e ao bolso brasileiro. O Kwid abriu o segmento de SUV de entrada com preço de popular, o Sandero mantém fidelidade entre quem prefere câmbio manual, e o Duster ainda é referência em custo-benefício nos SUVs compactos. O Captur e o Oroch, derivado do Duster com caçamba, completam o portfólio atual.

O motor 1.6 aspirado SCe presente em várias versões é simples, robusto e de manutenção barata, o que explica o alto índice de satisfação em pesquisas de custo operacional. O câmbio CVT X-Tronic do Captur e do Duster 2.0 tem desempenho adequado para o uso urbano, mas o fluido deve ser trocado a cada 40 mil km: sem essa troca, o sistema de correia interna desgasta antes do esperado.

O mecânico deve observar o estado dos coxins do motor no Duster 2.0, que vibra mais em marcha lenta quando os suportes estão desgastados, e verificar o sensor de posição do acelerador no Kwid, cujo pedal eletrônico é mais sensível à sujeira do que nos concorrentes japoneses. A rede de peças da Renault no Brasil é abrangente e com preços competitivos.

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Perguntas frequentes sobre Renault

O Kwid 1.0 é econômico na manutenção também?
Sim, o motor 1.0 de três cilindros é simples e barato de manter. A vela de ignição deve ser trocada a cada 30 mil km para manter o desempenho, e o filtro de ar exige limpeza em cidades com muito pó.
O CVT do Duster 2.0 aguenta uso em terreno acidentado?
O CVT do Duster não foi projetado para uso off-road intenso. Prefira câmbio manual em trilhas e troque o fluido a cada 40 mil km para preservar a correia metálica interna do câmbio.
O Captur tem algum ponto de atenção mecânico específico?
O câmbio EDC de dupla embreagem exige troca de fluido a cada 40 mil km e pode apresentar solavancos se o fluido estiver velho. Em congestionamentos frequentes, o desgaste das embreagens secas acelera.