MARCA

Toyota

A Toyota construiu no Brasil uma reputação de durabilidade que poucos fabricantes conseguem igualar. O Corolla sedã permanece como referência de confiabilidade entre sedãs médios, e o Corolla Cross trouxe o visual de SUV sem abrir mão da mecânica híbrida disponível na versão topo. A Hilux é a picape mais valorizada na revenda e a mais escolhida por quem trabalha em zonas rurais. O Yaris hatch e sedã atendem o público que quer um Toyota de entrada sem abrir mão da extensa rede autorizada.

Os motores 2.0 flex Dynamic Force e o sistema híbrido 1.8 do Corolla Cross são de alta durabilidade, mas o mecânico deve checar o estado dos injetores nos motores de injeção direta a cada 60 mil km para evitar acúmulo de carbono nas válvulas. Na Hilux, o ponto mais sensível é a bomba de combustível do diesel 2.8 Turbo, com relatos de entupimento em postos com combustível de baixa qualidade.

O câmbio automático de seis marchas presente nos modelos flex é bastante robusto, mas o fluido ATF deve ser trocado a cada 80 mil km para preservar a suavidade das trocas. A rede de peças da Toyota é das mais organizadas e ágeis do Brasil.

Modelos disponíveis

Perguntas frequentes sobre Toyota

Os injetores do Corolla flex dão problema com o tempo?
Em motores de injeção direta, depósitos de carbono nas válvulas e entupimento parcial dos injetores surgem após 60 mil km. Usar combustível de qualidade e aditivo limpa-injetor periódico ajuda na prevenção.
A bomba de combustível da Hilux diesel é mesmo um ponto fraco?
A bomba de alta pressão é o componente mais sensível da Hilux 2.8 diesel. Use sempre diesel S-10 e troque o filtro a cada 20 mil km para evitar danos à bomba, cujo reparo é custoso.
O câmbio automático de 6 marchas do Corolla precisa de manutenção frequente?
O câmbio é robusto, mas o fluido ATF deve ser trocado a cada 40 mil km em uso urbano. Use exclusivamente Toyota ATF Type T-IV, pois fluidos genéricos danificam as válvulas internas.