TECNOLOGIA

Turbodiesel de picape: DPF, EGR, Arla 32 e os cuidados que evitam oficina

As picapes médias vendidas no Brasil usam motores turbodiesel com injeção direta common rail de alta pressão e sistemas de controle de emissões que mudaram a manutenção da categoria. O filtro de partículas (DPF) acumula fuligem e depende de regenerações periódicas que só se completam em rodagem sustentada: uso urbano exclusivo entope o filtro e liga o alerta no painel. A válvula EGR recircula gases de escape e carboniza com o tempo, causando perda de potência e marcha lenta irregular. Nos modelos com SCR, o Arla 32 é consumível obrigatório: rodar sem ele limita a potência por imposição legal. O combustível S10 é mandatório, e o filtro de combustível é o item de manutenção mais crítico do sistema, protegendo bicos e bomba de alta pressão que custam caro. Óleo com a especificação exata do fabricante e drenagem do filtro separador de água completam a rotina que mantém esses motores dentro da vida útil projetada.

Carros com esta tecnologia

7 diagnóstico(s)

Toyota Hilux SRX

6 diagnóstico(s)

Mitsubishi L200 Triton

Sobre a entidade: Turbodiesel de picape (referência técnica).