Ford Ka
Problemas do Ford Ka
Os diagnósticos do Ford Ka por sintoma, do mais crítico ao mais comum. Cada um com causas, custo e como prevenir.
Comercializado no Brasil entre 2014 e 2021 nas versões hatch e sedan, com motores 1.0 e 1.5 Sigma Flex. O 1.0 de três cilindros é econômico, mas vibra mais e sente a altitude. O 1.5 tem melhor resposta, porém ambos exigem troca de correia dentada e bomba d'água a cada 60 mil km, sem exceção. Ponto crítico: a bomba d'água com corpo plástico integrado ao kit de correia pode romper e causar superaquecimento grave em minutos. A válvula EGR também entope com facilidade e gera marcha lenta instável e falhas de aceleração. Nos modelos com câmbio PowerShift automático de dupla embreagem, solavancos e hesitação em baixa velocidade são queixas recorrentes, com desgaste precoce das embreagens. A suspensão dianteira tem desempenho razoável, mas os amortecedores merecem revisão após 80 mil km.
Câmbio Powershift no Ford Ka e Fiesta
O câmbio Powershift (DPS6) virou sinônimo de trancos, trepidação e embreagem queimada nos Ford da era 2012 a 2018. Mas atenção: o Ford Ka brasileiro nunca usou Powershift, e sim um automático convencional de conversor de torque. Quem teve o problema de verdade foi o Fiesta (e EcoSport e Focus). Veja como o câmbio funciona, os sintomas, a garantia estendida de 10 anos, as ações judiciais e o que verificar antes de comprar.
correia dentada banhada a óleoCorreia dentada banhada a óleo no Ford Ka
A correia dentada banhada a óleo do Ford Ka 1.0 e 1.5 Ti-VCT é o defeito crônico que mais funde motores 3 cilindros no Brasil. A correia trabalha imersa no óleo do motor, se degrada com o tempo e seus fragmentos entopem o pescador da bomba de óleo, cortando a lubrificação e levando o motor à perda total. Veja os sintomas, por que isso acontece, como diagnosticar, quanto custa e como a troca preventiva e o óleo certo evitam o pior.
superaquecimento do motorSuperaquecimento no Ford Ka 1.0 e 1.5 Ti-VCT
O superaquecimento do motor é o defeito mais documentado do Ford Ka 1.0 e 1.5 Ti-VCT da geração 2014 a 2021. A própria Ford chegou a admitir mais de 320 casos e o problema foi apontado por teste de revista especializada. Veja os sintomas, as causas mais comuns (válvula termostática, bomba d'água, eletroventilador e pescador da bomba de óleo), como diagnosticar antes que queime a junta do cabeçote, a faixa de custo de reparo e como prevenir.